
Renasço dessas sórdidas cinzas em que me transmutei!
Serei fénix!
Serei... o que não sou!
Mergulho no oblíquo labirinto da memória, submergindo nessas nefastas trevas que, como sombras, percorrem nossos caminhos como nosso igual...
Sinto!...
Essas aguçadas palavras que me cortam,
essas amargas esperanças que minh’alma fragmentam,
esses gélidos olhares que me perfuram,
esses ácidos silêncios que meu ser modificam!
Derramo agora as lágrimas do mais profundo do meu ser!...
Essas simples gotas de sangue que me tingem o rosto – de negra cor!
Esta noite... renascerei!
Serei fénix!
Serei... o que não sou!
Escuto, do fundo de nada (e simultaneamente de tudo), o teu eco...
Essa chama que sempre me aviva, me impulsiona... me eleva!
Subirei contigo essas íngremes montanhas que nunca ousei alcançar,
aconchegar-me-ei nos teus braços, abarcando ao sabor de todas essas utopias que somente ousei desejar,
derrubarei essas abissais distâncias que julguei impossíveis dilacerar...
Vem, agarra-me...
Percorramos o caminho onde, em sonhos, me levas...
Esta noite... renascerei para ti!...
Serei fénix!
Serei... o que não sou!
Quebrarei meu ser nesse doloroso precipício que tudo leva (e nada traz)...
Reaparecendo das putrefactas cinzas da minha memória.
Como ave, como glória, como simples berço – de cor!
Ao luar... clama-me!...
Teu chamamento infiltrar-se-á, em meus sentidos, como doce uivo – d’alegria...
Seguir-te-ei...
Porque sim!
Porque quero!
Porque... te amo!
Serei fénix!
Serei... o que não sou!
Mergulho no oblíquo labirinto da memória, submergindo nessas nefastas trevas que, como sombras, percorrem nossos caminhos como nosso igual...
Sinto!...
Essas aguçadas palavras que me cortam,
essas amargas esperanças que minh’alma fragmentam,
esses gélidos olhares que me perfuram,
esses ácidos silêncios que meu ser modificam!
Derramo agora as lágrimas do mais profundo do meu ser!...
Essas simples gotas de sangue que me tingem o rosto – de negra cor!
Esta noite... renascerei!
Serei fénix!
Serei... o que não sou!
Escuto, do fundo de nada (e simultaneamente de tudo), o teu eco...
Essa chama que sempre me aviva, me impulsiona... me eleva!
Subirei contigo essas íngremes montanhas que nunca ousei alcançar,
aconchegar-me-ei nos teus braços, abarcando ao sabor de todas essas utopias que somente ousei desejar,
derrubarei essas abissais distâncias que julguei impossíveis dilacerar...
Vem, agarra-me...
Percorramos o caminho onde, em sonhos, me levas...
Esta noite... renascerei para ti!...
Serei fénix!
Serei... o que não sou!
Quebrarei meu ser nesse doloroso precipício que tudo leva (e nada traz)...
Reaparecendo das putrefactas cinzas da minha memória.
Como ave, como glória, como simples berço – de cor!
Ao luar... clama-me!...
Teu chamamento infiltrar-se-á, em meus sentidos, como doce uivo – d’alegria...
Seguir-te-ei...
Porque sim!
Porque quero!
Porque... te amo!


